Uma das suas marcas registradas é o aspecto dentuço com os cabelos cacheados e longos. Um jogador extremamente habilidoso, preciso em seus dribles, cobranças de falta e passes, na época que viveu o auge da sua carreira venceu o prêmio de Melhor jogador do mundo pela FIFA em 2004 e 2005.
Oficina Ler e Ver
O segundo semestre de 2011 chegou. A turma de iniciantes do curso de Comunicação Social começa a chegar à aula de Técnica de Redação e Expressão da professora Cintia Neves. São alunos de primeiro e segundo períodos. Um pessoal cheio de gás! Futuros jornalistas e publicitários.
A professora dá aula. “Que aula diferente daquela do nível médio”, pensam alguns! Depois de uns dias, é lançado o desafio: criar um blog. Assim, a turma já iria mostrar suas próprias produções e sua forma de pensar sobre um determinado assunto. E ainda poderia usar a criatividade e mostrar que o blog seria uma espécie de laboratório repleto de experiências.
E assim surge o Oficina Ler e Ver. Aqui, o internauta poder ler o que produzimos e ver nossa criatividade ao atrelar texto e imagem. Será que vamos conseguir? Claro que sim! Afinal, gente de comunicação é curiosa e adora desafios!!! Então, caro internauta, leia, curta e aprecie as primeiras produções textuais de futuros jornalistas e publicitários. E divirta-se com nossas descobertas e nossas visões de mundo!!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
*Ronaldinho*
Uma das suas marcas registradas é o aspecto dentuço com os cabelos cacheados e longos. Um jogador extremamente habilidoso, preciso em seus dribles, cobranças de falta e passes, na época que viveu o auge da sua carreira venceu o prêmio de Melhor jogador do mundo pela FIFA em 2004 e 2005.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
*Ainda vivemos como nossos pais.*
*É .. Tô ficando velho !*
2h da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída do show do Charlie Brown Jr. Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa. “E aí, o show foi legal?”
A resposta veio de uma mais exaltada do banco de trás:
- Cara! Tipo assim, f*!
E a outra emendou:
- Tipo f* mesmo!
Fiquei tipo assim calado o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista.
Enquanto comentavam do show,eu fiquei recordando alguns fatos da minha vida desde quando minha filha nasceu,quando deu seu primeiro passo,fazendo sua primeira careta. Recebi meu primeiro presente do dia dos pais, quando me deu seu primeiro sorriso... Foi vindo tanta lembrança boa e que pude perceber o quão velho estou ficando. Minha filha e sua amiga marcando as datas que querem se casar e olha que elas são só adolescentes e tem apenas 17 anos!
Passaram-se uns minutos,e meus pensamentos não saíam de lá. Foi quando ouvi a porta bater forte e falarem : Boa noite tio,obrigada! Era Mariana,amiga de minha filha,que havia chegado em casa e eu nem tinha percebido!
Chegando na minha casa, nem deu tempo de escovar os dentes. Estava tão cansado que dormi com a roupa que tinha saído de casa para apanhar minha filha no show e fui direto pra cama. No dia seguinte é segunda-feira de novo e é mais um dia de trabalho,dia novo e menos um dia de vida,é : Tô ficando velho, pude concluir mais uma vez!
Maria Fernanda Novaes Belluomini - Manhã - Comunicação Social- Jornalismo - 1COM12D.
*Velho descolado*
2h da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída do show do Charlie Brown Jr. Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa. “E aí, o show foi legal?”
A resposta veio de uma mais exaltada do banco de trás:
- Cara! Tipo assim, f*!
E a outra emendou:
- Tipo f* mesmo!
Fiquei tipo assim calado o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista.
Foram longos 40 minutos até chegarmos em casa. Todas elas gritanto e gargalhando...sabia que quando chegarmos em casa tudo iria continuar. A euforia iria durar até o sono chegar com tudo para elas, o meu já chegara faz tempo!
Liguei o CD-Player do carro. E mais Charlie Brown Jr. Até que a música não é assim ruim, eu até gosto de uma, na verdade só conheço uma.
Chegou no coro e todos, incluindo eu, cantamos bem alto:
" E disso os loucos sabem, só os loucos sabem,
Disso os loucos sabem, só os loucos sabem"
Para minha surpresa ouvi minha filha falando:
-Pai, você é muito f*!
Isso foi um elogio?! Elas disseram que sim. "F* também serve como elogio, pai."
-Você não me acha um velho? Perguntei. E todas falando ao mesmo tempo:
-Que isso, tio! Meu pai não faz a menor ideia de quem é Charlie Brown!
- É tio, tipo, você tem uns gostos de velho, mas você é um velho descolado!
"Velho descolado" Fiquei feliz em saber que gostam da minha companhia, não só da minha carona.
Aprendo com essas meninas, aprendi que as músicas de hoje também são boas, aprendi que sou "descolado", e que f* também é elogio.
Jéssica Domingues - Manhã - Publicidade
*Personagem*
Jéssica Domingues - Manhã - Publicidade
*Adolescentes são todos iguais...*
Camille Sanny
Comunicação Social
12D
-Conhecendo a juventude de hoje em dia.-
- JULIANA -
Porém, o mundo de hoje nos mostra independente do sexo, religião ou etc. Se temos um sonho, acredite, o principal protagonista somos nós mesmos.Talento todos nós temos, basta colocarmos em prática.
- O MISTÉRIO DO SUMIÇO DO QUADRO DE MONA LISA -
Por causa deste terrivel acontecimento, pessoas de todos os cantos se direcionavam ao museu, esta obra de Leonardo da Vinci, antes do fato, era uma obra pouca conhecida que teve o seu ápice, através deste roubo.Agora uma pergunta que não quer calar: Porque devido a este fato, pessoas do mundo afora foram ver uma parede vazia?
Por causa desse fato,o quadro de Monalisa passou a ser um dos quadros mais admirados e conhecidos. Próximo do natal, foi descoberto a causa do roubo; o ladrão era um antigo funcionário do Louvre, que era italiano e não corcordava de o quadro de Leonardo da Vinci que era italiano não está no seu pais de origem.O ladrão foi preso e apartir dai passou a ser um dos quadros mais conhecidos do mundo.
Portanto, porque nós em muitas das vezes, só damos valor quando não temos? Porque uma obra como essa, rica em detalhes e uma das mais belas do mundo, não foi conhecida quando surgiu? Quem deve está comemorando até hoje, e desde sempre, deve ser parabenizado, e viva Leonardo da Vinci.
*Marcella*
Camille Sanny
Comunicação Social
12D
*Beatriz*
Wanderlei de Araujo Cruz- Publicidade 1com 12d
*Aprendendo com a juventude*
Deixei todas as amigas dela em casa, minha filha ao se despedir de uma delas completou:
*A nova juventude*
2h da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída do show do Charlie Brown Jr. Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa. “E aí, o show foi legal?”
- Tipo f* mesmo!
Fiquei tipo assim calado o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista.
O dia tinha sido difícil, cansativo, trabalhei a exaustão.
Mas quando vi a animação de minha filha, o sorriso , a alegria contagiante da minha pequena depois daquele show, meu coração também estava mais feliz.
Deixei todas as amigas dela em suas respectivas casas, e pouco tempo depois chegaria na minha as 4h da manhã.
No dia seguinte, levantei e fui ao quarto de minha querida filha. Ela estava dormindo, mas quando abri a porta ela sorriu e disse :
- Bom dia, pai.
Eu respondi:
- Boa Tarde, querida. Já são 14 horas.
Ela então sorriu novamente e falou :
- O show ontem foi demais, do C *. Vamos ao próximo, pai ?
Me assustei com o seu novo vocabulário, mas fiquei um tempo calado e respondi :
- Seu pai ja esta velho para essas coisas. Isso é para jovens.
E ela :
- Pare com isso, papai. Hoje em dia só é velho quem quer.
Na sexta seguinte lá estava eu. Todo arrumado, cantando o mais alto possivel, me divertindo como há muito tempo não fazia. O público era somente de jovens entre 16 e 22 anos, mas quem se importa ? Minha filha se sentia mais radiante do que na semana passada Parecíamos duas crianças. Ela estava me ensinando uma lição que mudaria para sempre a minha vida.
Nome: Tadeu Queiroz Thurler
Turma: 1 COM 12 C
Comunicação Social- Jornalismo.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
*Como o tempo passa*
2h da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída do show do Charlie Brown Jr. Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa. “E aí, o show foi legal?”
- Tipo f* mesmo!
Fiquei tipo assim calado o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista.
turma:1COM12C
*Viagem louca*
- Mãe, vou fazer uma viagem espacial
- Ta bom filho, leve seu sanduíche de beterraba (responde sua mãe ironicamente)
Com algumas ferramentas na mão e ideias na cabeça João resolve viajar sozinho em busca de conhecimento através do espaço.
Sempre gostou muito de ler e alguns dias atrás se lembrou de uma história que tinha lido sobre a lenda da garganta profunda que era uma fenda no espaço que todos que tentaram chegar até ela nunca mas voltaram e ninguém sabe se é verdade ou apenas uma lenda.
Acordando bem cedo no sábado, João tomou coragem, pegou sua indispensável farinha láctea e partiu para o quintal para terminar sua nave que já estava quase pronta. Porém, ainda faltava o painel para dar sua partida em busca ao desconhecido.
Entrando na nave, deu dois tapas no peito e disse:
- Esse vai ser um importante passo para humanidade, se eu descobrir a fenda ficarei milionário e terei muito prestigio aqui na terra.
João consegue decolar sua nave aos trancos e barrancos e consegue chegar ao espaço, mas em só algumas horas a gasolina de sua nave fica quase vazia e não tem mais força para fazer longas viagens e no máximo consegue chegar até a Via Láctea, ele fica admirado porque nunca tinha visto algo tão bonito quanto aquelas estrelas piscando em uma forma bem diferente que nem imaginasse que fosse assim que seria a Via Láctea, se aproxima e quando vai tocar as estrelas ele acorda e descobre que tudo foi um sonho
Gabriel Justino Ribeiro
turma:1COM12C
*O grande susto*
2h da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída do show do Charlie Brown Jr. Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa. “E aí, o show foi legal?”
- Tipo f* mesmo!
Fiquei tipo assim calado o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista. Chegando em casa, Lara foi dormir e eu antes que pudesse fazer o mesmo fiquei me perguntando o que essa juventude tem na cabeça. Tudo bem, por mais excitada que estivesse a menina ela devia ter levado em consideração que eu estava ali no carro e ter usado um vocabulário menos chulo. Passados mais uns cinco minutos eu adormeci.
*Aprendendo com a De Menor (Tô ficando velho!)*
*Ricardo*
Gabriela Silva Torquato
Turma: 1COM12C
*Um pedido às estrelas*
- João, vem almoçar que está na hora!
O menino prontamente foi até a cozinha sendo seguido por Beto.
- Hoje temos arroz, feijão, batatas e beterraba. Vem ver a quantidade de comida que você quer meu lindinho.
João foi até o fogão, olhou as panelas fazendo uma cara meio feia e cruzou os braços.
- Eu não gosto de beterraba vovó não vou comer isso!
- Tudo bem. Mas só por hoje que é o seu aniversário hein!
João almoçou e voltou a brincar no quintal de casa enquanto seguiam os preparativos para a sua festa.
Já na hora do lanche, ao entardecer D. Maria havia preparado um delicioso mingau de farinha láctea para o menino. João comendo com pressa, quase acabou por se engasgar com última colherada do mingau que ficou preso em sua garganta. Ele então foi tomar seu banho e se vestir para a festa. Em frente ao espelho, ele estufou o peito feito um homenzinho se admirando.
A festa seguiu muito animada, com muitas brincadeiras e show de mágica. Após cortar o bolo, João assoprou as velinhas e olhando a Via Láctea pela janela fez seu pedido de aniversário.
Gabriela Silva Torquato
Turma:1COM12C
*Laura*
Livia G.F. Peres
Manhã
*Palhaço João*
Me chamo João Bosco, tenho 29 anos, desde criança o meu maior sonho era ser artista circense, porém não via a possibilidade de acontecer. Até que um dia, decidi vir morar na grande São Paulo, queria alcançar a via Láctea, fazendo assim todos a sorrir.
Morando sozinho, me deparei com uma vida muito difícil e diferente do que vivi no interior de Salvador,mas estou lutando muito. Sinto falta das comidas da minha querida mãe , como era bom o seu café da manha com leite tirado na hora, pão na chapa e para completar bananas com farinha láctea.
Ao entardecer, tínhamos o velho costume de "proziar" na calçada, enquanto as crianças brincavam de bola na rua, e ao entrarmos em casa todos sentávamos a mesa para comer uma deliciosa sopa de beterraba.
Contudo, a minha felicidade maior foi alcançar meu objetivo, estava tudo seguindo muito bem na minha carreira, quando na Av. Paulista olhei para o lado e vi um painel que convidava a todos para o meu primeiro espetáculo no Circo de Soleil. Meus olhos encheram de lagrimas e minha garganta deu um nó. Hoje posso bater no peito e dizer que valeu a pena não ter medo de arriscar.
Felipe Duarte
*Fogo contra fogo*
2h da manhã, peguei o carro e fui buscar minha filha adolescente na saída do show do Charlie Brown Jr. Ela e as amigas estavam eufóricas e eu ali, meio dormindo, meio de pijama, tentei entrar na conversa. "E aí, o show foi legal?"
A resposta veio de uma mais exaltada do banco de trás:
- Cara! Tipo assim, f*!
E a outra emendou:
- Tipo f* mesmo!
Fiquei tipo assim calado o resto do percurso, cumprindo minha função de motorista. Pensei o quanto aquilo era desrespeitoso, pois elas eram apenas crianças e falaram comigo como se falassem com um de seus colegas.
Chegando em casa, quando pensei que ia descansar, as meninas colocaram um CD de música eletrônica às alturas e eu fui reclamar:
- Abaixa esse som, vai acordar os vizinhos!!
E a mais espertinha retruca:
- O quê? Eu não tô te ouvindo!!!
Fiquei uns 5 minutos nessa palhaçada, quando percebi que eu era motivo de piada e minha filha estava rindo do seu próprio pai.
Desesperado, eu tentei ligar pros pais de uma das meninas:
- Alô, são os pais da Marcinha?
- Sim, bicho. Pode falar que tá tudo sussa.
Ao ouvir aquilo eu desliguei o telefone e desisti de fazer qualquer ligação.
À aquela altura eu só tinha vontade de cometer um genocídio... Foi quando me surgiu uma ideia: lutar fogo contra fogo. Coloquei um LP do Edson Cordeiro muito alto na vitrola e comecei a gritar todos os palavrões do mundo: As meninas saíram correndo com medo de mim. Eu só não levei em conta que os vizinhos chamariam a polícia por causa do meu excesso, mas pelo menos eu pude dormir confortavelmentente, na cadeia. Mas como alegria de pobre dura pouco, amanhã minha filha vem me visitar com as amigas dela e infelizmente não tem nenhuma corda aqui para eu me enforcar.
Matheus Schmidt Nicolsky
12COMD - Manhã
< O sumiço de Mona Lisa >
Não deixe de assistir o próximo episódio para descobrir!
Gabriela Silva Torquato
Turma:1COM12C
*A Casa do Sérgio - Baseado em fatos reais*
Saí de casa com o pé atrás pelo que me aguardava,. Quando chego lá, me deparo com cinco marmanjos num colchão fétido, num cafofo sem fogão e sem geladeira. A única decoração que a casa tinha era uma porção de grafites na parede que formava um painel para encobrir as rachaduras e infiltrações.
No início, aquilo realmente me incomodava. A condição em que eles viviam era chocante. Eles se alimentavam (acredite se quiser) apenas de farinha láctea com água e algumas doações de seus amigos. Na situação em que estavam, se alguém levasse beterraba crua, eles iriam comer sem nem respirar. Mas depois eu entendi a situação, com Sérgio morava um ex-frequentador do NA e um garoto de 15 anos. Juntos, eles formavam as três pessoas mais vagabundas da face da Terra (talvez da Via Láctea).
Com o passar do tempo a "casa dos loucos" começou a virar um lugar para os amigos se encontrarem, um point. Era comum chegar lá e me deparar com algumas meninas bêbadas “fazendo a alegria da rapazeada” ou algumas pessoas que eu jurava já ter visto no programa do Vagner Montes. Mas ainda assim era um local feliz e descontraído em que eu entrava a hora que quisesse e só saía 3 dias depois, o cheiro de mofo e a sujeira já não incomodava.
Sérgio, assim como eu, era músico e por isso eu tentava mostrar alguns dos grandes nomes da MPB, mas ele era baterista de uma banda emo e isso não dava certo. Eu me lembro muito bem de levar o CD do João Bosco para a casa dele e ele nem ligar. Eu cansava a minha garganta dizendo que ele deveria ouvir de tudo, mas ele não ligava.
Obviamente, eles tiveram que sair do apartamento porque não tinham dinheiro para pagar. Deixaram saudades. Gosto de me lembrar do lugar como ele realmente era: um lixo! Mas um lixo que, toda vez que eu me lembro, me deixa com um grande vazio no peito. O nosso lixo: A Casa do Sérgio.
Matheus Schmidt Nicolsky
12COMD - Manhã
*James Cook*
Matheus Schmidt Nicolsky
12COMD - Manhã
